Ana Cláudia
Vocês devem estar pensando: porque a Ana Cláudia não tem desenho??
Porque eu não a conheço (ainda!!) pessoalmente, portanto não me senti inspirada para retratá-la na arte palitística rs! Espero que ela me entenda!!
“Atendendo seu pedido, estou enviando minhas crônicas favoritas ‘da vida’ e do seu blog; vamos lá: demorei mas encontrei esta crônica-poesia do Paulo Mendes Campos, um autor que eu lia muito, tempos atrás (lá pelos 20 e poucos anos). É uma crônica meio triste, mas carregada de sentimento, bem ao estilo do que eu gosto de ler e o final é primoroso! Vamos a ela: FRAGMENTOS EM PROSA
Agora a sua crônica que eu mais gostei foi a ‘Retina‘ também – fazendo coro a algumas pessoas que comentaram – havia outra na qual você falava sobre a casa vazia (?); também gostei muito dessa mas não consegui lembrar o nome… Então, são essas duas mesmo.”
Ninguém lembra o título ‘daquela crônica que tinha uma casa’ que se chama… A Casa!! rs Essa crônica foi gestada com muito carinho, por meses e meses, sem saber que um dia ela seria uma crônica. Talvez eu seja muito avoada ou muito observadora (vai saber!), mas não consigo deixar de olhar certas casas, árvores e tantas outras coisas pelo caminho — com suas histórias próprias e desconhecidas — e imaginar passados, presentes e futuros. Como diz o próprio texto, o importante é ter um porto seguro onde as ideias possam se refugiar, mesmo as mais bobas e talvez sem sentido.
E olha só, estamos saindo do monopólio do Antônio Prata! Nunca li nada do Paulo Mendes Campos, ta aí a oportunidade!
Obrigada Ana pela presença, e aguardo suas novidades também no mundo da escrita.
Abraços,
Vanessa
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